Presidente
Quem lidera em cada UF
Cor do líder na projeção; quanto mais forte, maior a vantagem. Toque numa sigla para detalhar.
Presidente por região
Presidente por estado e no DF
Governador
UFs com 2º turno
Cor do líder na projeção; quanto mais forte, maior a vantagem. Toque numa sigla para detalhar.
UFs com 2º turno
O Placar Eleitoral mostra a apuração oficial do TSE do 2º turno das eleições de 25 de outubro de 2026 — para presidente (no Brasil, nos 26 estados, no Distrito Federal e no exterior) e para governador nas seis unidades federativas com 2º turno (cinco estados e o Distrito Federal) — e, ao lado, uma projeção estatística do resultado final, recalculada à medida que as urnas são apuradas. A página se atualiza sozinha.
Não. O resultado oficial é o do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A projeção é um cálculo independente que estima onde a apuração vai terminar a partir das urnas já apuradas. Ela pode errar, principalmente com poucas urnas, e por isso vem sempre acompanhada de uma faixa provável e de uma chance de vitória. Quem foi eleito só o TSE declara.
Para cada urna já apurada, compara-se o voto de cada candidato no 2º turno com o voto que ele teve na mesma urna no 1º turno: é a taxa de mudança. Essa taxa é medida por zona eleitoral e, quando a zona tem poucos votos apurados, é puxada para a taxa do município, do estado e do país (encolhimento hierárquico). Para cada urna que ainda falta, o voto projetado é o voto do 1º turno naquela urna multiplicado pela taxa da sua zona. Somando urnas apuradas e projetadas, chega-se ao resultado projetado.
É o intervalo em que o percentual final do candidato deve ficar, com 95% de probabilidade segundo o modelo. Ela vem de 400 reamostragens das urnas apuradas (bootstrap) somadas a um erro adicional, calibrado com os 2º turnos de 2014, 2018 e 2022, que cobre a diferença entre as urnas que chegam primeiro e as que chegam depois. Com poucas urnas a faixa é larga e vai estreitando ao longo da noite.
É a fração das simulações do modelo em que o candidato termina com mais de 50% dos votos válidos. Uma chance de 80% significa que, em situações como esta, o modelo espera que o outro candidato vença 1 vez em cada 5.
Porque as urnas não chegam em ordem aleatória: algumas regiões e cidades totalizam antes de outras. Assim, a parcial do início pode estar bem longe do resultado final. A projeção corrige isso comparando cada urna com ela mesma no 1º turno. Em 2022, com 5% das urnas apuradas, a parcial mostrava Lula com 46,6% dos válidos; a projeção, com os mesmos dados, dava 51,05%; o resultado final foi 50,90%.
"Vitória provável" aparece quando a chance de vitória do líder passa de 90%; "vence" (projeção) quando passa de 99,5%. Nenhuma das duas aparece com menos de 5% das urnas consideradas. O selo "eleito" só aparece quando o próprio TSE declara o resultado.
Sim, refazendo as noites dos 2º turnos de 2014, 2018 e 2022 urna a urna. Em 2022, com 5% das urnas, o erro médio da projeção por unidade federativa foi de 0,28 ponto percentual, contra 3,91 pontos da apuração parcial; no Brasil, 0,15 ponto. Em 2014 e 2018, para os quais o TSE não divulgou a hora de chegada de cada urna (a ordem foi aproximada pela de 2022), o erro médio por unidade federativa com 5% das urnas foi de 1,2 e 1,4 ponto, contra 4,0 e 4,8 da parcial. O erro cai à medida que a apuração avança.
Todos do TSE: o resultado oficial vem dos arquivos de divulgação de resultados.tse.jus.br; a projeção usa os boletins de urna do 2º turno publicados pelo TSE durante a apuração e os boletins de urna do 1º turno (04/10/2026) do Portal de Dados Abertos do TSE, seção por seção.
O resultado oficial é lido a cada 15 segundos. A projeção é recalculada sempre que chegam boletins de urna novos, no máximo a cada 30 segundos. A página busca os dados novos sozinha; não é preciso recarregar.
Sim. Toque no botão 🔔 Avisos, no topo do site, e permita as notificações: o placar da apuração chega a cada 30 minutos (só quando há números novos), com o percentual de urnas apuradas, o resultado parcial do TSE e a projeção, e há avisos na hora dos momentos-chave: início da apuração no Brasil, quando a projeção apontar o vencedor e quando o TSE confirmar o eleito. Não pedimos nome, e-mail nem telefone. No iPhone, as notificações funcionam com o site adicionado à Tela de Início (Compartilhar → Adicionar à Tela de Início). Para parar, use o botão no rodapé.
Para presidente, Flávio Bolsonaro (PL, 22), que teve 47,03% dos votos válidos no 1º turno, e Lula (PT, 13), com 45,16%. Para governador: Acre, Mailza Assis (PP) x Alan Rick (REPUBLICANOS); Amazonas, Omar Aziz (PSD) x Professora Maria do Carmo (PL); Distrito Federal, Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT); Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (REPUBLICANOS) x Ricardo Ferraço (MDB); Rio Grande do Norte, Allyson (UNIÃO) x Cadu de Lula (PT); Tocantins, Professora Dorinha (UNIÃO) x Vicentinho Júnior (PSDB).
Porque é assim que o TSE divulga e é assim que se define o vencedor: é eleito quem tiver mais da metade dos votos válidos. Votos brancos e nulos não entram na conta.
Sim, citando a fonte. A apuração é do TSE; a projeção deve ser apresentada como estimativa estatística não oficial.
São as noites de apuração dos 2º turnos de 2014, 2018 e 2022 reproduzidas com o mesmo método de projeção usado hoje: dá para ver como a parcial e a projeção se comportaram enquanto as urnas chegavam e comparar com o resultado final. Escolha o ano no seletor do topo da página.